quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Tudo o que Deus faz é bom...

Havia um rei que era sempre aconselhado por um escudeiro, que lhe dizia: "TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM".

O rei gostava muito de caçadas e numa delas, ao dar uma flechada mal-sucedida num alvo, o rei perdeu um dedo e tendo ficado muito angustiado perguntou ao seu escudeiro: "Tenho comprido com meus deveres religiosos, por quê Deus fez essa injustiça comigo?" "TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM", respondeu o escudeiro.

O rei ficou muito irritado com essa resposta e decidiu castigar o escudeiro prendendo-o na cadeia. Na manhã seguinte, o rei, que sempre saía para caçar com o escudeiro, foi com sua companhia à caçar, mantendo preso o escudeiro. Porém, na floresta, ele e a companhia foram capturados pelos canibais que queriam oferecê-los em sacrifício. Depois de todos os demais já estarem sacrificados, ele foi banhado e preparado para isso, quando no último momento, investigando o seu corpo, viram que estava incompleto, faltando o dedo, e, por tal, não puderam oferecê-lo em sacrifício, resolveram soltá-lo.

Sentindo-se aliviado, o rei voltou ao seu palácio e soltando ao seu escudeiro, disse: "Agora entendo o que você queria dizer com "TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM". Estava a ponto de ser morto pelos canibais, e quando eles viram que me faltava um dedo, decidiram soltar-me".

"Agora, só não entendo por quê você foi preso injustamente: por quê o Senhor fez isso com você?" "TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM" repetiu o escudeiro. "Eu sempre vou caçar com Vossa Majestade na floresta; se eu o tivesse acompanhado, também teria sido eu oferecido em sacrifício, pois tenho todos os meus dedos".
"TUDO O QUE O SENHOR FAZ É BOM".

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

UM VIDEO QUE FAZ A DIFERENÇA.

Nick Vujicic (Perspectiva, Visão e Escolhas)


parte 1/3


parte 2/3


parte final

INTELECTO E INTUIÇÃO

Suponha que exista um grande pomar de mangueiras no qual tanto os intelectuais e os devotos chegam ao mesmo tempo. Os devotos sobem nas mangueiras e começam a comer as mangas felizes da vida. Mas os intelectuais apenas observam à uma certa distância, e começam a analisar quantos galhos a árvore tem, quantos sub-galhos e assim por diante. Eles se engajam em contagens e mais tarde se dão conta de que não sobrou nenhuma manga - todas foram comidas pelos devotos.

("listá and Adarsha, Ideology and Goal")


Os pensamentos de P.R.SARKAR

Feira de Qualidade de Vida em Tatuí


Clique no cartaz para ampliar.
Olá, estaremos presentes nessa grande iniciativa em prol da Qualidade de Vida

neste próximo domingo. Participe.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Conferência Internacional do FIB em Foz do Iguaçu

Acesse:
http://www.felicidadeinternabruta.org.br


O QUE É FIB?


FELICIDADE INTERNA BRUTA (FIB) é um indicador sistêmico desenvolvido no Butão, um pequeno país do Himalaia. O conceito nasceu em 1972, elaborado pelo rei butanês Jigme Singya Wangchuck. Desde então, o reino de Butão, com o apoio do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), começou a colocar esse conceito em prática, e atraiu a atenção do resto do mundo com sua nova fórmula para medir o progresso de uma comunidade ou nação. Assim, o cálculo da “riqueza” deve considerar outros aspectos além do desenvolvimento econômico, como a conservação do meio ambiente e a qualidade da vida das pessoas.

FIB é baseado na premissa de que o objetivo principal de uma sociedade não deveria ser somente o crescimento econômico, mas a integração do desenvolvimento material com o psicológico, o cultural e o espiritual – sempre em harmonia com a Terra.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Felicidade Interna Bruta


Dear Amigos de FIB,

Veja o que saiu na mídia internacional sobre FIB desde ontem (em anexo, e nos links abaixo):

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=555JDB003

http://edicaodigital.folha.com.br/home.asp (selecione Caderno Dinheiro, página B12)

Economista Joseph Stiglitz, o coordenador da Comissão Sarkozy, disse: "Mesmo antes que nossa Comissão começasse a trabalhar, o Butão já tinha criado o indicador de FIB - Felicidade Interna Bruta. Nossa economia deveria aumentar o nosso bem-estar. Não é um fim em si mesma. Esperamos que o trabalho da nossa Comissão aumente o ímpeto para alinhar as métricas de bem-estar com aquilo que realmente contribua para a qualidade de vida - e, ao assim fazer, nos ajudar a direcionar os nossos esforços àquilo que realmente importa."

O site da 5a Conferência Internacional do FIB que acontecerá em Foz de Iguaçu em novembro, logo estará no ar. Convidamos todos vocês a participarem desse evento que será, esperamos, memorável.

um grande abraço

Susan Andrews

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Mantras na Contos e Encontros

Olá, confiram abaixo alguns mantras (conhecidos como kiirtans) inétidos criados por Aurobindo. A qualidade é de celular mas a vibração é que vale....rsrsrsrs...







quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Brasileira expõe esculturas de gelo na Alemanha

Assista o video

Do site da BBC

Mil pequenos homenzinhos de gelo derreteram rapidamente nos degraus da sala de concertos da Gendarmenmarkt, em Berlim, nesta quarta-feira.

A artista brasileira Nele Azevedo fez cada uma das frágeis esculturas à mão, mas, em menos de meia hora, elas se transformaram em água, um símbolo da mudança climática e do aquecimento global.

O evento artístico faz parte de uma campanha da organização WWF, que divulgou um estudo dizendo que as consequências do derretimento das calotas polares podem ser muito mais graves do que se acreditava.

Segundo a pesquisa, o aquecimento do Ártico levaria a inundações que podem colocar em risco um quarto da população mundial.

Mensagem

O presidente da WWF Alemanha, Eberhard Brandes, diz que as esculturas foram a representação perfeita da situação ambiental atual.

"O gelo derretendo realmente mostra o efeito duplo. Por um lado, o gelo está derretendo muito mais rápido, o que significa que não temos tempo, e esse é o principal ponto. Por outro lado, cada um de nós é afetado por isso. Esta é a mensagem", afirma Brandes.

A artista Nele Azevedo já apresentou a instalação de gelo no Brasil, na França, no Japão e na Itália, mas, na Alemanha, foi a primeira vez que o público participou, tirando os homenzinhos de embalagens térmicas e colocando-os na escada.

"Eu simplesmente produzo (as esculturas) e as dou de presente. Minhas intenções são mais poéticas do que políticas", diz Azevedo.

"Eu acredito que arte não pode fazer muito, mas pode tocar os corações das pessoas e talvez mudar alguma coisa dessa maneira."

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

No Impact Man na telona

Será exibido hoje, em primeira mão, em Nova York o documentário “No Impact Man”, que traz a história de Colin Beavan, o escritor de ficção que decidiu passar um ano (entre 2006 e 2007) gerando o menor impacto possível sobre o meio ambiente – o que incluía as atitudes da mulher, da filha, na época com 2 anos, e do cachorro. A exibição integra a série Green Screens (Projeções Verdes) do cinema do Lincoln Center, que apresenta filmes com uma pegada sustentável.

Para cumprir o objetivo de impacto quase zero, Colin e a família, que continuaram morando em Manhattan, adotaram uma série de medidas, entre elas:

- para sair do apartamento, no nono andar de um prédio, só usando as escadas;
- eles aboliram táxi, carro e metrô. Para as longas distâncias valia usar um triciclo feito especialmente para isso;
- não consumiram carne vermelha;
- só compraram comida produzida por fazendas que ficavam a até 400 km de sua casa;
- nada de TV, ar condicionado ou máquina de lavar louça;
- no lugar de xampu, usaram bicarbonato de sódio;
- não usaram pasta de dentes e nem papel higiênico;
- não compraram água em garrafa;
- reciclaram seu lixo;
- limparam, voluntariamente, praias poluídas e
- plantaram árvores.

A história da família foi registrada no blog de mesmo nome (que citamos aqui em 2007) e acaba de virar livro. O lançamento aconteceu ontem, nos Estados Unidos.

O documentário de 93 minutos entra em cartaz no dia 11 deste mês, em Nova York e em Los Angeles.

Depois de um ano, a rotina da família Beavan deixou de ser tão radical, mas eles aprenderam a viver de maneira bem mais sustentável.

Você encararia um programa de redução de impacto como esse?

Leia também:
Colin Beavan: um homem de impacto

Veja o blog No Impact Man