quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O barulho de uma carroça

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei a meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?

- Ora, ele respondeu, é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.

Tornei-me adulto e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando para intimidar, tratando o próximo com grossura, de forma inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz..."

(Autor desconhecido)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Himalaia


O Ganges flui do Himalaia. Ele é agua, simplesmente flui, não pergunta a ninguém o caminho para o oceano.
Você já viu um rio parado num cruzamento, perguntando a alguém o paradeiro do oceano?

Por mais distante que o oceano possa estar, por mais oculto que possa estar, o rio certamente encontrará o caminho.
È inevitável: ele tem um impulso interno.
Não possui nenhum livro guia, mas infalivelmente chegará a seu destino.
Abrirá fendas através das montanhas, cruzará planícies e atravessará terras em sua corrida para chegar no oceano.
Um desejo insaciável,uma força,uma energia existe dentro do seu coração, bem no centro do seu coração.

Gostaria de chamar sua atenção para o fato de que as obstruções básicas são feitas pelo homem.
são criadas pelo próprio homem.
Do contrário, o rio do Amor podeira fluir livremente e alcançar o Oceano de Deus.
O Amor é inerente ao homem.

Se as obstruções forem removidas Conscientemente, o amor poderá fluir, poderá elevar-se até Tocar Deus, até Tocar o Supremo.


Graça de Baba

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Primeiro ônibus com sistema de telhado verde circula em Nova York

A natureza não está muito presentes nas grandes cidades. A maioria dos centros urbanos é repleta de concretos, ferro e asfalto. Para dar um toque diferente a essa realidade, o designer Marco Antonio Cosio criou o Bus Roots, que têm um verdadeiro “jardim em seu telhado”.

Cidades como Nova York, por exemplo, não possuem mais espaço para o crescimento de áreas verdes. O Bus Roots nasceu com o objetivo de ser a solução para esse problema, além de ajudar a diminuir as ilhas de calor, trazer a natureza às cidades e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

O intuito do designer é conseguir plantar, em média, 15 hectares de plantas em 4500 ônibus de Nova York, EUA. A área ocupada pelos jardins seria equivalente a quatro Bryant Parks localizado na mesma cidade.

A ideia surgiu para uma competição conhecida como DesignWala Grand Idea Competition e conquistou o segundo lugar na premiação. O projeto objetiva conectar novamente as comunidades urbanas à natureza, e melhorar a qualidade do ambiente ao redor. O Bus Roots possui efeito estético, isolação térmica e acústica, absorção de CO2, restauro do habitat, educação pública e recreação, entre outras coisas. A criação é um projeto público e divertido, que levanta questões como: agricultura urbana e nômade, remediação ambiental, novos modelos de vida e educação, padrões de migração e transporte.

O primeiro protótipo, testado em Nova York, foi instalado no teto do Biobus, que é pioneiro no uso de um sistema de telhado verde na metrópole americana.

Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1265/primeiro_onibus_com_sistema_de_telhado_verde_circula_em_nova_york/

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Perca o sapato

Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora... A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou incapaz de recuperá-lo. O homem tranquilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.

Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou: "Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?"

O homem prontamente respondeu: "De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato..."

O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente por possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.

Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.

Como o homem da história, nós temos que aprender a desprender. Alguma força decidiu que era hora daquele homem perder seu sapato. Talvez isto tenha acontecido para iniciar uma série de outros acontecimentos bem melhores para o homem do que aquele par de sapatos. Talvez a procura por outro par de sapatos tenha levado o homem a um grande benfeitor. Talvez uma nova e forte amizade com o rapaz no ônibus. Talvez aquele rapaz precisasse presenciar aquele acontecimento para adotar uma ação semelhante. Talvez a pessoa que encontrou os sapatos tenha, a partir daí, a única forma de proteger os pés.

Seja qual for a razão, não podemos evitar de perder coisas. O homem sabia disto. Um de seus sapatos tinha saído de seu alcance. O sapato restante não mais lhe ajudaria, mas seria um ótimo presente para uma pessoa desabrigada, precisando desesperadamente de proteção do chão.

Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com os outros.

Autor desconhecido

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A terapia do labirinto


Símbolo encontrado na mitologia de vários povos, os labirintos começam a se multiplicar pelo mundo. Agora, podem ser vistos no chão de parques no centro de cidades como Toronto, no Canadá, e em um número cada vez maior de hospitais nos Estados Unidos e Inglaterra. Mas por que essa figura antiga está voltando com tanta força? “Os labirintos se mostraram uma ferramenta eficiente para aliviar a tensão emocional e muscular. Por isso, oferecem grandes benefícios à saúde”, explica o neurologista Afonso Carlos Neves, chefe do setor de neuro-humanidades da Universidade Federal de São Paulo e introdutor da prática no Brasil.

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Esculturas liquidas