sábado, 28 de dezembro de 2013

Be an angel - Jyoshna La Trobe


quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

FORTALECENDO SUA FAMÍLIA COM HISTÓRIAS

FORTALECENDO SUA FAMÍLIA COM HISTÓRIAS


Uma das coisas mais importantes que você pode fazer para a sua família pode ser a mais simples de todas: desenvolver uma forte história familiar. 

Os psicólogos Marshal Duke e Robyn Fivush desenvolveram uma métrica chamada de escala “Você Sabe”? que pedia que crianças respondessem a vinte perguntas. Por exemplo, “Você sabe onde seus avós cresceram? Você sabe qual o ginásio que sua mãe frequentou? Você sabe onde os seus pais se conheceram? Você sabe se na sua família já aconteceu alguma doença séria ou algo realmente terrível? Você sabe a história do seu nascimento"?

Quanto mais as crianças sabiam sobre a história da sua família, mais forte era seu senso de controle sobre suas vidas, mais elevado era sua autoestima e mais elas achavam que suas famílias funcionavam de uma forma bem sucedida. Essa escala “Você Sabe”? é o melhor previsor para a saúde emocional da criança, felicidade e resiliência – sua capacidade de encarar desafios e aliviar o estresse.

Os psicólogos descobriram que cada família tem um de três tipos de narrativas unificadoras.

A primeira é a narrativa da ascensão da família: “Filho, quando chegamos nesta área, não tínhamos nada. Nossa família trabalhou. Abrimos uma loja. Seu avô foi para o colegial. Seu pai foi para a faculdade. E agora você....”

A segunda é a narrativa do descenso da família: “Querido, nós tínhamos de tudo. Mas aí perdemos tudo”.

A narrativa mais saudável é a da família oscilante: “Querido, deixe-me te contar, nós tivemos altos e baixos na nossa família. Construímos um negócio familiar. Seu avô era um pilar na comunidade. Sua mãe fazia parte do conselho do hospital. Mas nós também tivemos reveses. Você teve um tio que certa vez foi preso. Tivemos uma casa que pegou fogo. Seu pai ficou desempregado. Mas o que quer que tenha acontecido, sempre nos mantivemos unidos como família”.

O Dr. Duke disse que as crianças com mais autoconfiança são aquelas que ele e o Dr. Fivush classificam como tendo uma “forte identidade intergeracional”. Elas sabem que fazem parte de algo maior do que elas mesmas.

Em suma: Se você quer uma família mais feliz, crie, refina e reconte a história dos momentos positivos da sua família, e a capacidade dela de superar os momentos difíceis pelos quais passou. Esse ato por si só pode aumentar as chances da sua família florescer por muitas gerações no porvir.

[do artigo “The Stories that Bind Us” (“As Histórias que Nos Unem”) por Bruce Feiler, New York Times, 15 de março de 2013]




sábado, 21 de dezembro de 2013

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

FELICIDADE TEM A VER COM RESPEITO, E NÃO COM RIQUEZA

FELICIDADE TEM A VER COM RESPEITO, E NÃO COM RIQUEZA

Pesquisas têm sugerido já há bastante tempo que dinheiro não compra felicidade. Um estudo publicado no anuário Psychological Science em julho de 2012 confirma essa descoberta e vai um passo além, alterando as premissas daquilo que consideramos como sendo “status elevado”: o resultado é que, se estivermos focando no dinheiro, estamos focando nacoisa errada.

Em vez disso, esse estudo descobriu que a felicidade está mais fortemente associada com o nível de respeito e admiração que recebemos dos nossos pares – amigos, colegas de trabalho, etc. Os pesquisadores desse estudo, liderados por Cameron Anderson, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, EUA, referem-se a esse nível de respeito e admiração como sendo nosso “status sociométrico”, em oposição ao nosso status socioeconômico.

Em um experimento, estudantes de faculdade que tinham alta pontuação em status sociométrico nos seus respectivos grupos – como por exemplo, no seu grupo acadêmico ou clube local – eram mais felizes do que seus colegas, ao passo que o status socioeconômico não previa felicidade.

Similarmente, um levantamento mais amplo e de âmbito nacional, que incluiu pessoas de uma variedade de origens, renda e níveis educacionais, descobriu que aquelas que se sentiam aceitas, queridas, inclusas e bem-vindas no seu grupo local eram mais felizes do que aquelas que eram simplesmente mais ricas.
“Você não precisa ser rico para ser feliz”, disse Anderson, “mas em vez disso ser um valioso membro contribuidor para seus grupos de pares”.

http://pss.sagepub.com/content/23/7/764

sábado, 14 de dezembro de 2013

AÇAFRÃO DA TERRA É TÃO EFICAZ QUANTO 14 MEDICAMENTOS!

AÇAFRÃO DA TERRA É TÃO EFICAZ QUANTO 14 MEDICAMENTOS!

Com toda a discussão sobre a profilática remoção dos seios da atriz americana Angelina Jolie, é interessante citar o recente estudo do Hospital Zheijian na China, que mostrou que a açafrão-da-terra é capaz de matar as células malígnas “triplamente negativas” do câncer de mama, que são as mais difíceis de serem tratadas*. Esse pó amarelo, uma das plantas mais minuciosamente pesquisadas no mundo, é usado extensivamente na Índia em alimentos, medicamentos ayurvédicos, cosméticos e cerimônias.

Suas propriedades medicinais e componentes (primordialmente a cúrcuma) têm sido sujeitas a mais de 5.600 estudos médicos**, os quais provaram que essa planta tem mais de 600 aplicações preventivas e terapêuticas, incluindo: medicação para colesterol elevado e diabetes, antidepressivo, antioxidante, anti-inflamatório, bactericida, hepatoprotetor e anticarcinogênico (especialmente para pessoas submetidas à quimioterapia e padecendo de cânceres resistentes à radiação).

Outras pesquisas mostraram que um dos componentes desse condimento aumenta a quantidade das células imunológicas que combatem o mal de Alzheimer. Talvez seja por isso que os indianos na terceira idade tenham a mais baixa incidência de Alzheimer no mundo!

Experimente açafrão-da-terra no seu arroz nesta semana! (Uma colher de chá para uma xícara de arroz)

*http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23023821
**http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=curcumin



quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Luiz Antônio


Se você ainda não viu, por favor assista até o final! :o}

sábado, 7 de dezembro de 2013

BANHO DE FLORESTA ESTIMULA AS CÉLULAS IMUNOLÓGICAS QUE COMBATEM O CÂNCER

BANHO DE FLORESTA ESTIMULA AS CÉLULAS IMUNOLÓGICAS QUE COMBATEM O CÂNCER

A popular prática japonesa do “shinrin-yoku”, ou “Banho de Floresta”, foi introduzida em 1982 para encorajar um estilo de vida mais saudável. Atualmente Banho de Floresta se tornou uma reconhecida atividade de gerenciamento do estresse no Japão, e recentes estudos mostram que essa prática aumenta o vigor e reduz a ansiedade, depressão e raiva. Por baixar os níveis do hormônio do estresse, cortisol, ela diminui o risco de doenças relacionadas ao estresse.

Mas além disso, de acordo com o Professor Qing Li, da Escola de Medicina Nippon, em Tóquio, os passeios de Banho de Floresta aumentam em muito a atividade das nossas células imunológicas naturais que combatem o câncer. A seguir as dicas do Dr. Li para o Banho de Floresta:

1. Para tomar Banho de Floresta não é necessário que se faça um exercício físico intenso ou ficar fatigado. Em vez disso, a pessoa deve “desfrutar da floresta através dos cinco sentidos: o murmurar das águas de um córrego, o canto dos pássaros, as cores verdes, a fragrância da floresta e simplesmente tocar as árvores”.

2. Se você tem meio dia para um Banho de Floresta, pegue em torno de duas horas e caminhe cerca de 2,5 quilômetros, parando para descansar sempre que sentir vontade – fazendo uma pausa para ler ou desfrutar da beleza do cenário.

3. Para aquelas pessoas que não dispõem de uma floresta nas proximidades, o Dr. Li diz que uma caminhada de duas horas num parque dentro de uma cidade, com uma boa densidade de árvores, pode significativamente aumentar o vigor e reduzir ansiedade e depressão.

Um Feliz Banho de Floresta para você!



quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

SEU CÉREBRO TEM ÂNSIA POR MÚSICA

SEU CÉREBRO TEM ÂNSIA POR MÚSICA 

Desde dos tempos paleolíticos os seres humanos têm investido bastante tempo e esforço para fazer música, de acordo com os arqueólogos que descobriram flautas esculpidas há mais de 35.000 anos atrás em ossos de animais.

Mas porque será então que uma mera sequência de sons tem tanto valor?

A neurociência está começando a explicar o porquê disso. Música que é descrita pelas pessoas como altamente emocional estimula o mesmo sistema de recompensa e prazer situado profundamente dentro do cérebro, que é ativado por comida, sexo e drogas como cocaína e anfetamina.

“isso é bastante notável”, declara o neurocientista Robert Zatorre, do Instituto Neurológico de Montreal, da Universidade Mc Gill, no Canadá, “porque música não é estritamente necessária nem para sobrevivência biológica nem para reprodução, e nem tampouco é uma substância farmacológica. A ativação desses sistemas cerebrais em resposta a um estímulo tão abstrato como música pode representar uma propriedade emergente da complexidade da cognição humana. A capacidade da música de induzir tal intenso prazer sugere que, embora a música não seja imperativa para a sobrevivência da espécie humana, ela pode de fato ser benéfica para o nosso bem-estar mental e físico”.

http://www.pnas.org/content/98/20/11818.full
http://www.nature.com/neuro/journal/v14/n2/full/nn.2726.html



sábado, 30 de novembro de 2013

DURAÇÃO DA AMAMENTAÇÃO LIGADA A MAIOR INTELIGÊNCIA NO FUTURO

DURAÇÃO DA AMAMENTAÇÃO LIGADA A MAIOR INTELIGÊNCIA NO FUTURO

Pesquisadores descobriram que a amamentação por seis meses a um ano está associada com uma maior proficiência na fala aos 3 anos de idade, e em inteligência verbal e não verbal mais elevada aos 7 anos de idade.

O Dr. Mandy B. Belfort e colegas do Hospital Pediátrico de Boston, nos EUA, correlacionaram a duração da amamentação com a cognição infantil nas idades de 3 e 7 anos. Esses pesquisadores usaram testes de avaliação para medir cognição, tais como atenção, memória, produção e compreensão de linguagem, aprendizagem, raciocínio, solução de problemas e tomada de decisão.

“Amamentação mais duradoura estava associada com uma pontuação mais elevada no Teste de Vocabulário por Imagens Peabody na idade de 3 anos, bem como maior inteligência no Teste de Inteligência de Kaufman na idade de 7 anos”, disseram os pesquisadores.

“Em suma, os nossos resultados apoiam a relação causal da amamentação na infância com a linguagem receptiva aos três anos e com o QI verbal e não-verbal na idade escolar”, escreveram os autores do estudo no relatório final. “Essas descobertas apoiam as recomendações nacionais e internacionais no sentido de promover somente a amamentação materna nos primeiros seis meses, e a manutenção da amamentação pelo menos até o primeiro ano de vida”.

A pesquisa foi publicada na semana passada no Journal of the American Medical Association Pediatrics.



quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Eternal Om


sábado, 23 de novembro de 2013

JARDINEIROS TENDEM A SENTIR MAIS FELICIDADE E MENOS DEPRESSÃO

JARDINEIROS TENDEM A SENTIR MAIS FELICIDADE E MENOS DEPRESSÃO

Pode parecer óbvio, mas agora as pesquisas provaram que jardinar faz você mais feliz.

Uma recente avaliação de 1.500 pessoas no Reino Unido revelou que 80% dos jardineiros sentem-se satisfeitos com suas vidas, comparados a 67% daqueles que não praticam jardinagem. O professor Jules Pretty da Universidade de Essex afirmou: “Haveria um grande benefício para a saúde da sociedade se as pessoas se automedicassem mais com ‘exercícios verdes’“.

Outros estudos descobriram que apenas 30 minutos de jardinagem ajudam as pessoas a se recuperarem do estresse e reduzem seus níveis de cortisol, o hormônio do estresse. E que o simples ato de colher uma fruta ou vegetais faz com que o cérebro libere a “substância química do prazer”, a dopamina, que ativa os centros de recompensa do cérebro.

De acordo com o autor Monty Don, “A terra cura. Você coloca suas mãos no solo e se recarrega, e você está cuidando da terra. É uma relação de simbiose, e é poderosa!”

Esteja você arrancando ervas daninhas ou aguando orquídeas, isso é ‘polegar para cima’ para seu dedo verde!

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20522508



quarta-feira, 20 de novembro de 2013

FELICIDADE TEM A VER COM RESPEITO, E NÃO COM RIQUEZA

FELICIDADE TEM A VER COM RESPEITO, E NÃO COM RIQUEZA

Pesquisas têm sugerido já há bastante tempo que dinheiro não compra felicidade. Um estudo publicado no anuário Psychological Science em julho de 2012 confirma essa descoberta e vai um passo além, alterando as premissas daquilo que consideramos como sendo “status elevado”: o resultado é que, se estivermos focando no dinheiro, estamos focando na coisa errada.

Em vez disso, esse estudo descobriu que a felicidade está mais fortemente associada com o nível de respeito e admiração que recebemos dos nossos pares – amigos, colegas de trabalho, etc. Os pesquisadores desse estudo, liderados por Cameron Anderson, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, EUA, referem-se a esse nível de respeito e admiração como sendo nosso “status sociométrico”, em oposição ao nosso status socioeconômico.

Em um experimento, estudantes de faculdade que tinham alta pontuação em status sociométrico nos seus respectivos grupos – como por exemplo, no seu grupo acadêmico ou clube local – eram mais felizes do que seus colegas, ao passo que o status socioeconômico não previa felicidade.

Similarmente, um levantamento mais amplo e de âmbito nacional, que incluiu pessoas de uma variedade de origens, renda e níveis educacionais, descobriu que aquelas que se sentiam aceitas, queridas, inclusas e bem-vindas no seu grupo local eram mais felizes do que aquelas que eram simplesmente mais ricas.
“Você não precisa ser rico para ser feliz”, disse Anderson, “mas em vez disso ser um valioso membro contribuidor para seus grupos de pares”.

http://pss.sagepub.com/content/23/7/764


SERÁ QUE VOCÊ ESTÁ CONECTADO À NATUREZA?

SERÁ QUE VOCÊ ESTÁ CONECTADO À NATUREZA? 

Parece que todos concordamos que estar conectado à natureza é uma coisa boa tanto para curar nossa “demência digital” quanto para a nossa saúde integral. Mas será que estamos realmente conectados com ela? Faça o teste abaixo!

Um recente estudo do Reino Unido pelo RSPB - Royal Society for the Protection of Birds (“Sociedade Real para a Proteção dos Pássaros” numa tradução livre), mostrou que apenas 1 em cada 5 cada cinco crianças de 8 a 12 anos está conectada à natureza. O RSPB diz que a percepção entre os adultos de que a natureza é algo perigoso e sujo está segurando-as em casa ou em locais urbanos.

A pesquisadora de conservação ambiental Sue Armstrong-Brown acredita que melhorar essa natural conexão em crianças não somente é benéfico para elas, é também crucial para o futuro da conservação da natureza e da sustentabilidade planetária. “Se pudermos criar uma geração de crianças que tenha conexão com a natureza, com uma sensação de unidade com ela, teremos então a força para o futuro que pode salvá-la e cessar esse processo de viver num mundo onde a natureza está declinando”, disse a Dra. Armstrong-Brown.

Especialistas nesse assunto desenvolveram um questionário desenhado para avaliar o nível de conexão com a natureza. Passe esse questionário aos seus filhos, e também responda-o você mesmo(a)! (Responda cada pergunta com “Definitivamente não eu”.... “Não parece comigo”....“Não tenho certeza”....ou “Definitivamente eu”.)

1. Gosto de ouvir diferentes sons na natureza.
2. Gosto de ver flores silvestres na natureza.
3. Quando me sinto triste gosto de sair para o ar livre e desfrutar da natureza.
4. Ficar num ambiente natural me faz sentir em paz.
5. Gosto de ver animais silvestres vivendo no ambiente natural.
6. Gosto de jardinagem.
7. Me sinto triste quando animais são feridos.
8. Acho divertido catar rochas e conchas.
9. Gosto de tocar as plantas e os animais.
10. Cuidar de animais é importante para mim.
11. Os seres humanos fazem parte do mundo natural.
12. As pessoas não podem sobreviver sem plantas e animais.
13. Catar lixo jogado no chão pode ajudar o ambiente natural.
14. Ficar ao ar livre me faz sentir feliz.
15. Minhas ações podem modificar o mundo natural.

http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-24532638



domingo, 17 de novembro de 2013

SEU TIPO DE FELICIDADE AFETA SEUS GENES

SEU TIPO DE FELICIDADE AFETA SEUS GENES

Diferentes tipos de felicidade têm diferentes efeitos nos seus genes e na sua saúde. Até mesmo os investigadores ficaram surpresos com os resultados dessa pesquisa (publicada pela Academia Nacional de Ciência, EUA), que mostrou que há uma verdadeira diferença quanto ao tipo de felicidade que sentimos e suas potenciais consequências de longo prazo.

Pessoas com altos níveis de felicidade que não derive do consumo de algo, mas por terem um profundo sentido de um propósito mais elevado e de um significado na vida (o que os pesquisadores chamam de “felicidade eudaimonica”) tinham uma expressão genética favorável nas suas células imunológicas. Essas pessoas tinham níveis mais baixos de expressão de gene inflamatório e uma forte expressão de saudáveis genes antivirais e de anticorpos.

O oposto ocorreu com pessoas cuja felicidade vem de autogratificação material (bem-estar hedônico). Essas pessoas tinham altos níveis de expressão de gene inflamatório e baixa expressão de gene antiviral e de anticorpo – a mesma expressão genética experienciada por pessoas que são altamente estressadas ou deprimidas.

De acordo com o Professor Steven Cole da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia, “Embora fazer o bem ou sentir prazer possa gerar emoções positivas semelhantes, tem muitos diferentes efeitos no genoma humano. Aparentemente o genoma humano é muito mais sensível a diferentes modos de se obter a felicidade do que as mentes conscientes são”.

http://newsroom.ucla.edu/portal/ucla/don-t-worry-be-happy-247644.aspx

quinta-feira, 19 de setembro de 2013


O Anúncio Tailandês Que Fez o Mundo Chorar: Doar 

segunda-feira, 4 de março de 2013