sábado, 30 de novembro de 2013

DURAÇÃO DA AMAMENTAÇÃO LIGADA A MAIOR INTELIGÊNCIA NO FUTURO

DURAÇÃO DA AMAMENTAÇÃO LIGADA A MAIOR INTELIGÊNCIA NO FUTURO

Pesquisadores descobriram que a amamentação por seis meses a um ano está associada com uma maior proficiência na fala aos 3 anos de idade, e em inteligência verbal e não verbal mais elevada aos 7 anos de idade.

O Dr. Mandy B. Belfort e colegas do Hospital Pediátrico de Boston, nos EUA, correlacionaram a duração da amamentação com a cognição infantil nas idades de 3 e 7 anos. Esses pesquisadores usaram testes de avaliação para medir cognição, tais como atenção, memória, produção e compreensão de linguagem, aprendizagem, raciocínio, solução de problemas e tomada de decisão.

“Amamentação mais duradoura estava associada com uma pontuação mais elevada no Teste de Vocabulário por Imagens Peabody na idade de 3 anos, bem como maior inteligência no Teste de Inteligência de Kaufman na idade de 7 anos”, disseram os pesquisadores.

“Em suma, os nossos resultados apoiam a relação causal da amamentação na infância com a linguagem receptiva aos três anos e com o QI verbal e não-verbal na idade escolar”, escreveram os autores do estudo no relatório final. “Essas descobertas apoiam as recomendações nacionais e internacionais no sentido de promover somente a amamentação materna nos primeiros seis meses, e a manutenção da amamentação pelo menos até o primeiro ano de vida”.

A pesquisa foi publicada na semana passada no Journal of the American Medical Association Pediatrics.



quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Eternal Om


sábado, 23 de novembro de 2013

JARDINEIROS TENDEM A SENTIR MAIS FELICIDADE E MENOS DEPRESSÃO

JARDINEIROS TENDEM A SENTIR MAIS FELICIDADE E MENOS DEPRESSÃO

Pode parecer óbvio, mas agora as pesquisas provaram que jardinar faz você mais feliz.

Uma recente avaliação de 1.500 pessoas no Reino Unido revelou que 80% dos jardineiros sentem-se satisfeitos com suas vidas, comparados a 67% daqueles que não praticam jardinagem. O professor Jules Pretty da Universidade de Essex afirmou: “Haveria um grande benefício para a saúde da sociedade se as pessoas se automedicassem mais com ‘exercícios verdes’“.

Outros estudos descobriram que apenas 30 minutos de jardinagem ajudam as pessoas a se recuperarem do estresse e reduzem seus níveis de cortisol, o hormônio do estresse. E que o simples ato de colher uma fruta ou vegetais faz com que o cérebro libere a “substância química do prazer”, a dopamina, que ativa os centros de recompensa do cérebro.

De acordo com o autor Monty Don, “A terra cura. Você coloca suas mãos no solo e se recarrega, e você está cuidando da terra. É uma relação de simbiose, e é poderosa!”

Esteja você arrancando ervas daninhas ou aguando orquídeas, isso é ‘polegar para cima’ para seu dedo verde!

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20522508



quarta-feira, 20 de novembro de 2013

FELICIDADE TEM A VER COM RESPEITO, E NÃO COM RIQUEZA

FELICIDADE TEM A VER COM RESPEITO, E NÃO COM RIQUEZA

Pesquisas têm sugerido já há bastante tempo que dinheiro não compra felicidade. Um estudo publicado no anuário Psychological Science em julho de 2012 confirma essa descoberta e vai um passo além, alterando as premissas daquilo que consideramos como sendo “status elevado”: o resultado é que, se estivermos focando no dinheiro, estamos focando na coisa errada.

Em vez disso, esse estudo descobriu que a felicidade está mais fortemente associada com o nível de respeito e admiração que recebemos dos nossos pares – amigos, colegas de trabalho, etc. Os pesquisadores desse estudo, liderados por Cameron Anderson, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, EUA, referem-se a esse nível de respeito e admiração como sendo nosso “status sociométrico”, em oposição ao nosso status socioeconômico.

Em um experimento, estudantes de faculdade que tinham alta pontuação em status sociométrico nos seus respectivos grupos – como por exemplo, no seu grupo acadêmico ou clube local – eram mais felizes do que seus colegas, ao passo que o status socioeconômico não previa felicidade.

Similarmente, um levantamento mais amplo e de âmbito nacional, que incluiu pessoas de uma variedade de origens, renda e níveis educacionais, descobriu que aquelas que se sentiam aceitas, queridas, inclusas e bem-vindas no seu grupo local eram mais felizes do que aquelas que eram simplesmente mais ricas.
“Você não precisa ser rico para ser feliz”, disse Anderson, “mas em vez disso ser um valioso membro contribuidor para seus grupos de pares”.

http://pss.sagepub.com/content/23/7/764


SERÁ QUE VOCÊ ESTÁ CONECTADO À NATUREZA?

SERÁ QUE VOCÊ ESTÁ CONECTADO À NATUREZA? 

Parece que todos concordamos que estar conectado à natureza é uma coisa boa tanto para curar nossa “demência digital” quanto para a nossa saúde integral. Mas será que estamos realmente conectados com ela? Faça o teste abaixo!

Um recente estudo do Reino Unido pelo RSPB - Royal Society for the Protection of Birds (“Sociedade Real para a Proteção dos Pássaros” numa tradução livre), mostrou que apenas 1 em cada 5 cada cinco crianças de 8 a 12 anos está conectada à natureza. O RSPB diz que a percepção entre os adultos de que a natureza é algo perigoso e sujo está segurando-as em casa ou em locais urbanos.

A pesquisadora de conservação ambiental Sue Armstrong-Brown acredita que melhorar essa natural conexão em crianças não somente é benéfico para elas, é também crucial para o futuro da conservação da natureza e da sustentabilidade planetária. “Se pudermos criar uma geração de crianças que tenha conexão com a natureza, com uma sensação de unidade com ela, teremos então a força para o futuro que pode salvá-la e cessar esse processo de viver num mundo onde a natureza está declinando”, disse a Dra. Armstrong-Brown.

Especialistas nesse assunto desenvolveram um questionário desenhado para avaliar o nível de conexão com a natureza. Passe esse questionário aos seus filhos, e também responda-o você mesmo(a)! (Responda cada pergunta com “Definitivamente não eu”.... “Não parece comigo”....“Não tenho certeza”....ou “Definitivamente eu”.)

1. Gosto de ouvir diferentes sons na natureza.
2. Gosto de ver flores silvestres na natureza.
3. Quando me sinto triste gosto de sair para o ar livre e desfrutar da natureza.
4. Ficar num ambiente natural me faz sentir em paz.
5. Gosto de ver animais silvestres vivendo no ambiente natural.
6. Gosto de jardinagem.
7. Me sinto triste quando animais são feridos.
8. Acho divertido catar rochas e conchas.
9. Gosto de tocar as plantas e os animais.
10. Cuidar de animais é importante para mim.
11. Os seres humanos fazem parte do mundo natural.
12. As pessoas não podem sobreviver sem plantas e animais.
13. Catar lixo jogado no chão pode ajudar o ambiente natural.
14. Ficar ao ar livre me faz sentir feliz.
15. Minhas ações podem modificar o mundo natural.

http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-24532638



domingo, 17 de novembro de 2013

SEU TIPO DE FELICIDADE AFETA SEUS GENES

SEU TIPO DE FELICIDADE AFETA SEUS GENES

Diferentes tipos de felicidade têm diferentes efeitos nos seus genes e na sua saúde. Até mesmo os investigadores ficaram surpresos com os resultados dessa pesquisa (publicada pela Academia Nacional de Ciência, EUA), que mostrou que há uma verdadeira diferença quanto ao tipo de felicidade que sentimos e suas potenciais consequências de longo prazo.

Pessoas com altos níveis de felicidade que não derive do consumo de algo, mas por terem um profundo sentido de um propósito mais elevado e de um significado na vida (o que os pesquisadores chamam de “felicidade eudaimonica”) tinham uma expressão genética favorável nas suas células imunológicas. Essas pessoas tinham níveis mais baixos de expressão de gene inflamatório e uma forte expressão de saudáveis genes antivirais e de anticorpos.

O oposto ocorreu com pessoas cuja felicidade vem de autogratificação material (bem-estar hedônico). Essas pessoas tinham altos níveis de expressão de gene inflamatório e baixa expressão de gene antiviral e de anticorpo – a mesma expressão genética experienciada por pessoas que são altamente estressadas ou deprimidas.

De acordo com o Professor Steven Cole da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia, “Embora fazer o bem ou sentir prazer possa gerar emoções positivas semelhantes, tem muitos diferentes efeitos no genoma humano. Aparentemente o genoma humano é muito mais sensível a diferentes modos de se obter a felicidade do que as mentes conscientes são”.

http://newsroom.ucla.edu/portal/ucla/don-t-worry-be-happy-247644.aspx